quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Já nas bancas!


*Absolutely Fabulous*

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

*bUrgUEsInhAs*

Vai no cabeleireiro No esteticista Malha o dia inteiro Pinta de artista Saca dinheiro Vai de motorista Com seu carro esporte Vai zoar na pista Final de semana Na casa de praia Só gastando grana Na maior gandaia Vai pra balada Dança bate estaca Com a sua tribo Até de madrugada ...
-Seu Jorge-
19:00 - ET - inédito. P'ro meu lado claro que, por incrível que pareça, cheguei aos 27 anos sem nunca ter entrado num ginásio!
Mas adorei. O conversê no tapete. O swing na bike. E ouvir The Cure e Seu Jorge na mesma aula era uma coisa absolutamente inesperada!
Uma vez mais, a Isa foi responsável pela minha iniciativa desportiva anual. eheh!
Tks miga ;)

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

13//14//15


Gosto de sextas-feiras 13. Não ligo ao Dia dos Namorados. Implico com Domingos.
Adora a friday's night. Amo o sábado. E pronto... implico.
Mas sabes, isto de ser grande faz com que a vida ganhe outra importância quando chegamos ao fim-de-semana... esse conjunto completo de uma noite e dois dias... charmosos, encantadores e preguiçosos!
Por isso. Só por isso. E claro, porque está Sol e fico outra, tenho um desafio para ti:
Uma festa na sexta à noite.
Uma tarde de praia à beira-mar com direito a surf e tudo.
Um jantarito nosso, na nossa casa, sem casais pseudo-apaixonados de ladecos ou pieguices do género.
Uma ida ao teatro ver amigos no palco.
Uns "passitos" a dois para animar.
Talvez um cof, ou cine ou sol... lá p'ra Domingo.
Porque:
Yes, WeeKenD!
E sim. Gosto mais do S. Pedro que do S. Valentim ;)

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

na discotEca.

Tens o teu amor à média-luz
Num calor que seduz
Vê-lo respirar o teu perfume
Devagar um queixume

Suspiros sussurrados ao ouvido
Ideias que o barulho misturou,oh ...
Esse mal de amor que tu atrais
é bom demais, é bom demais
Fecha os olhos,deixa ver o som
É mais que bom,é mais que bom
Nos afagos que demoras
Não há pai nem mãe nem horas,nem liceu ...
Põe na alma sonhos de boneca
Na discoteca, oh discoteca.

/Carlos Paião/


quarta-feira, fevereiro 04, 2009

xiu!


I have a [little] secret

terça-feira, fevereiro 03, 2009

a impor - ância do T

Na senda das crónicas pra animar dia-a-dia...

"Que dizer do caso Freeport que ainda não tenha sido referido por outros? Eis um problema que não afecta este vosso amigo. Vasco Pulido Valente, Pacheco Pereira e eu temos a mesma sorte: acontece com muita frequência os cronistas que nos precedem falharem o essencial. Entretêm-se com o supérfluo, esmiúçam os aspectos menos importantes dos assuntos e deixam, livre de toda a palha, o núcleo essencial dos problemas à mercê de ser colhido por nós. Foi o que sucedeu com o caso Freeport. Analistas atrás de analistas têm vindo a ignorar o facto central de todo este processo: Sócrates diz Freepor. Este é o primeiro ponto essencial que ninguém referiu. Toda a gente diz Freeport, menos José Sócrates, que diz Freepor. Parece claro, por isso, que Sócrates recusa revelar tudo neste caso, nomeadamente o t final de Freeport, que nunca articula. Parece impossível que um político que tanto se tem batido pelo ensino do inglês não seja capaz de pronunciar correctamente uma palavra inglesa. Portugal assiste, portanto, a dois casos em vez de um: o caso Freeport e o caso Freepor. Este último – que, recordemos, foi denunciado por mim –, acaba por ser mais rico e intrigante do que o primeiro, porquanto junta às suspeitas de corrupção o mistério do desaparecimento de uma consoante. Além disso, entronca num caso antigo, na medida em que recupera as dúvidas que existiam quanto às competências do primeiro-ministro no âmbito do inglês técnico.
O segundo ponto essencial que a imprensa tem esquecido é o motivo. Sócrates tinha ou não uma razão forte e privada para favorecer a construção do Freeport? Não é preciso pensar muito para concluir que sim. A quem interessa um outlet com lojas de roupa de marca mais barata perto de Lisboa? Ao sexto homem mais elegante do mundo, certamente. O Freeport permite-lhe manter a mesma elegância, mas a preços mais baixos. Não sei se o primeiro-ministro cometeu alguma infracção ética ou até algum delito no caso Freeport, mas não deve ser menosprezada a ambição, inerente à condição humana, de ultrapassar o Karl Lagerfeld em garbo.
O terceiro ponto menosprezado pela comunicação social tem a ver com o facto que precipitou a investigação. Ao que parece, o juiz desconfiou do modo como o projecto foi licenciado. De acordo com a descrição do magistrado, tudo se passou de forma impecável, célere e competente. Estava à vista de todos que alguma coisa estava mal. Em Portugal, este costuma ser um bom método para descobrir ilegalidades. Se um projecto é aprovado dentro do prazo, alguém anda a receber dinheiro por fora. Normalmente, quando alguma coisa corre bem, é sinal de que há moscambilha."
Ricardo Araújo Pereira