terça-feira, julho 26, 2011

no entretanto...


Há alturas em que só preciso que cuides de mim. Prometes? Se prometeres eu confio. Não te sei noutro verbo...

quarta-feira, julho 20, 2011

gira (meu eterno) sol*


ainda os meus pais namoravam e o meu pai todo pintas enviou à minha mãe uma fotografia junto a um girassol. depois chamou-me sol. depois tive-os de todos os feitios pela casa a par das mafaldinhas, que isto de ter dois nomes é no que dá. depois chamei girassol aos que amo e habituei-me a receber um a cada ano. primeira aquisição na minha primeira casa. lembro-me de o por à janela e pensar que, agora sim, chama-se casa...
há dois meses, a esta hora, ainda estava no rescaldo de mais uma vitória do nosso Porto, depois de um lanche animado, de ter pintado as unhas de azul moda e comprado um bâton vermelho que levaria a Paris. hoje encho a casa de girassois que vou atirando ao mar na esperança de que te cheguem. e chamo-lhes Ritinhas. as flores mudaram de nome e tu mudaste de sítio. o amor é o mesmo.

"A morte é a curva da estrada,

Morrer é só não ser visto.

Se escuto, eu te oiço a passada

Existir como eu existo."

|F. Pessoa|




sábado, julho 02, 2011

E viva (est) a kate!

Porque andamos - eu e o mundo - em maré de casórios. E a par dos males da vida há os bens...

E pronto. Porque adoro a Kate M., o Galliano, a Inglaterra, os The Kills, as flores, as 14 meninas das alianças, o campo, o sol.

E porque necessito urgentemente de dias fúteis!