a trança

Talvez porque o meu cabelo sempre foi rebelde, desgrenhado, eriçado, indomável... cresci com as mãos da minha mãe atrás das minhas costas antes de sair para a escola...
Há qualquer coisa no acto de entrançar o cabelo que elogia a amizade entre meninas. Há qualquer coisa de profundamente feminino numa trança...
Depois há aquela parte do entrançar. Do unir com força. Do apertar. Do facto de ser também um nó, também um laço.
Podem ser duas, podem ser de lado, podem ser mais soltas, podem ser maiores, podem ser postiças, podem ser metidas, podem ser desfeitas...
Para mim, serão sempre bem-vindas!

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